sexta-feira, 18 de março de 2011

Corrida Monte Mor 12 de Março

Esta corrida foi muito interessante... como eram 6 quilômetros fui para brincar, eu achava...
Chegando lá, na cidade de Monte Mor (aliás, prefeitura, por favor na entrada há um enorme buraco na pista!) quase passamos pelo ponto de partida, pois parecia que a cidade não havia sido avisada do evento, tamanha calmaria dos habitantes.
Realizado o alongamento e aquecimento nos colocamos próximos à linha de chegada que não somava 400 pessoas. E de maneira barulhenta foi dada a largada, sendo os últimos fiquei assustado com a ambulância que atrás de nós andava e logo tomei um susto perceber que poderia ficar muito para trás, mas mantendo um ritmo confortável foi possível passar um pessoal que saiu muito acelerado.
Embora curta a prova, três subidas prolongavam a sensação de demora em deslocar-se pelo espaço. Longas, íngremes. Os postos de água estavam bem postados e servirão de muito agrado!
Para finalizar, observando um vendedor de tênis e roupas que ficava ali próximo Marizete Rezende apareceu pedindo que o comerciante reservasse um par de calçados. Então tiramos foto com a simpática corredora uma vez vencedora da São Silvestre. 

  

quarta-feira, 2 de março de 2011

Corrida da Lua (26/03/2011)

Olá todos, tudo bem!

                Sábado último foi dia de Corrida da Lua. Um evento bem agradável e que tem aumentado cada dia mais (esse ano com o recorde de inscritos e certamente de não inscritos), muito por ser uma corrida de rua em temperatura sempre muito agradável.
                Para os organizadores e mídia – até para profissionais da saúde – ficam felizes ao ver essa enorme quantidade de pessoas, em um sábado às 20 horas em uma atividade física ao invés de permanecer parado em frente à TV. Porém, ao observar do ponto de vista dos corredores de alguns corredores que buscam se divertir com a queda do tempo, muitas vezes os organizadores ignoram isso e tumultuam a corrida e nesta, dois fatores se destacaram:
                1º - não há necessidade de fechar a pista tão cedo. Colocaram barreiras até o pontilhão da norte-sul e com isso a corrida ficou muito espremida, mas isso nem é tão ruim, a observação é que me senti correndo na Integração, tamanho era a quantidade de participantes. Apenas a partir do 7º quilômetro houve uma diminuição de pessoas ao meu redor.
                2º - foi ridículo o que aconteceu na entrada. Tudo bem tiveram a boa idéia de realizar a largada separando o pessoal de 10 km dos de 6 km, porém, ao chegar à entrada com o escrito 10 km havia uma grande confusão e depois de conseguir heroicamente ficar frente aos seguranças falaram que eu não poderia entrar por não ter feito a inscrição. RIDICULO. O valor cobrado é muito em função do kit e a estrutura, não impedir de correr em vias públicas. Isso causou um tumulto desnecessário com pessoas forçando a entrada ao tirar barragens laterais, etc.          
                Quanto à corrida, minha quarta participação, não teve mistérios. Foi muito bom – e cada vez mais – ver a evolução de TODOS do grupo de corrida, tanto no prazer em correr e aumento da curiosidade em relação a treinamentos (permitindo que eu realize plenamente meus objetivos como formando de uma boa universidade) quanto ao tempo de todos.
                Já para mim, devo revelar que estou em processo de adaptação. Sempre corri com enorme prazer e controlava enormemente meu processo de treinamento. Com o grupo de corrida e alunos de personal não faço mais enorme controle de meus treinos, já há meses não treino musculação (por conta de uma alteração em regras de conduta para funcionários, a qual logo me adaptarei) e um problema no m da fórmula da força. Com isso tenho tido problemas em manter meus tempos, até aumentei-os (corrida da lua: 2008 - 58, sem treinar; 2009 - 55, sem treinar; 2010 - 47, treinando e 2011 - 54, + ou - treinando)  muito em vista de em determinados momentos não conseguir arrancar aquela motivação que sempre me trouxe para as corridas. Mas tenho outra motivação atual, corridas de meia-maratona. Em abril tem a 1ª, é isso aí!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CORRIDA EM ITU

Mais um final de semana corrido. Literalmente em Itu. Cidade amada por Ronaldo Fenômeno para suas concentrações. E por mim, pelas subidas.
Com quatorze pessoas do grupo de corrida, viajamos até Itu para participar da corrida de mais de duas décadas da cidade. O calor estava lá, mas apontava para alguma chuva que não veio durante a prova, contudo, a temperatura não era baixa, apenas estava abafado.
Foi a primeira vez que uma prova atrasou começamos a corrida aproximadamente cinco minutos após as seis e por tratar-se de uma cidade relativamente pequena, ruas estreitas limitaram ultrapassagens e ainda o problema com os que participam da caminhada persistiu (isso em várias corridas). Pessoas que irão caminhar saindo na sua frente e muitas vezes muralhas de turistas eram formadas esquecem que tem quem queira correr.
A corrida em si foi ótima, ruas bonitas, praças maravilhosas, prédios antigos, enfim, uma ótima pedida para passear com a família. Para mim foi um sinal de alerta, pois corri honestamente sem vibração. Os primeiros 2.5 km corri com a mão segurando a bermuda já que meu celular fazia peso e forçava minha roupa para baixo e ao fim deste, havia um ponto de água com planejamento duvido. Ficavam duas mesas situadas no mesmo lado da pista, uma multidão se aglomerava para pinçar a água – numa temperatura agradável – o problema é que todos tentavam pegar na primeira mesa e a segunda ficava vazia, por que então colocar do outro lado como na TVB em campinas, certo?
Uma idéia bem bacana foram os pontos de “chuveirinho”, canos que derramavam água como uma pequena cachoeira. Uma pena que por estar com celular não pude utilizar.
E quanto ao meu desempenho? Bem, foi péssimo. Fiz em 58 minutos e tentando pensar nos motivos creio que tenham sido por estes: baixa vontade; subidas extremamente íngremes e longas; ingestão exagerada de isotônicos, pré-corrida. Dentre os aspectos apontados sem dúvida eu estava sem energia para correr, sem motivação, a tolerância para esforço estava baixo tanto que corri dentro do conforto, não me esforcei. Mas a nota positiva é que fiquei muito feliz, pois todos os alunos completaram a prova e a maioria foi muito bem. Parabéns a todos!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

CICLOFAIXA CAMPINAS


           Estou vermelho de ter tomado tanto sol. Mas feliz.
           Ontem, pela manhã depois de ter ido dormir lá pelas 3 horas da madrugada devido a evento realizado pelo grupo de corrida prestei-me a acordar às 9 horas – com intenções de ir apenas ao banheiro e voltar. Deitado e sob efeito da noite anterior, busquei ânimo para seguir ao evento, graças a ela então iniciei minha preparação.
           Um aluno da academia viria buscar minha bicicleta e a dele, pegaríamos logo que chegássemos ao Centro, local de inicio da ciclofaixa e moradia do mesmo.
Bebi muita água, tentei liberar-me de minhas necessidades fisiológicas e fomos para o local combinado, com alguns minutos de atraso: em frente à academia. Outro aluno viria um pouco mais atrasado. E durante esse tempo acertei os pneus da bicicleta.
            Estava animado desde o momento em que vi a ciclofaixa e tantas pessoas nela, mas minha felicidade aumentou depois que comecei a pedalar. Ah...que sensação gostosa! Começamos já próximos à Aquidabã, logo havia uma descida ao lado do bosque. Uhul! Muitos carros em congestionamento e nossas bicicletas em alta velocidade – quem sabe isso gere reflexões quanto ao uso excessivo de veículos. Seguimos pela Avenida Júlio Prestes (Norte-Sul) com a grande emoção de pedalar pela cidade e perceber coisas que não são possíveis dentro de ônibus e carros, curtir esse trecho até a descida para o Taquaral foi ótimo!
Infelizmente pelo ligeiro atraso não pudemos voltar pela ciclofaixa, depois de ter percorrido a Lagoa do Taquaral – trecho bastante conhecido – ficamos um pouco por lá. Na volta, por caminho próximo, percebemos que não havia a necessidade de interromper a ciclofaixa as 13 horas, pois no nosso horário de regresso pouquíssimos carros circulavam pelas ruas, talvez menos do que havia pela manhã.
            Mas fica aqui a dica de quem participou e curtiu muito essa iniciativa excelente da Prefeitura. Para aqueles que não possuem uma bicicleta existe um serviço de aluguel na Lagoa Taquaral, próximo a entrada do café, inclusive daquelas em que podem ir duas pessoas. Então, domingos e feriados das 7 as 13 horas, ciclofaixa!
            Fica aqui o registro também do treino do grupo de corrida na linda estrada entre Sousas e Joaquim Egidio.  Árvores, estrada de terra lembram um bosque bom de correr, aproximadamente 2 quilômetros de extensão dificultados pelo intenso calor. Outra dica, está para os corredores!    

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Hércules Brasileiro e seus dois trabalhos!


               Olá a todos! Depois de merecidas férias retorno à vida! Desejo a todos um feliz ano novo, com muitas alegrias e que das dificuldades surjam aprendizados, além de que cada um encontre a felicidade dentro de si e das companhias e das coisas que conquistou, sem colocar a felicidade em algum objeto inanimado.
                Gostaria de partilhar duas experiências vividas nas férias. A primeira se deu na minha breve preparação para um desafio proposto, correr da minha casa até a de meu irmão em Santa Bárbara do Oeste. Para isso, corri da casa dos meus pais até Itobi e voltei até o posto da polícia rodoviária totalizando 22 km em duas horas e meia, velocidade de 8.8 km/h. Confesso que estava com bastante preguiça para correr, pois estava em casa com meus pais e minha namorada, foi então que eu tomei forças para começar.
                Sair de casa foi o mais difícil por que depois, já tendo percorrido aproximadamente 4 quilômetros fui pego por uma chuva bem forte que banhou-me por cerca de 3 km  - e deixou o esforço mais agradável! Porém a nota foi que nem bem passados 2km fui tomado por uma batalha contras as forças intestinais da natureza. Tive que andar para não extravasar a fúria que havia arrebatado as entranhas. Mas foi uma ótima experiência.
                Passados quatro dias ou após 96 horas, tempo muito bom para ajudar nas recuperações metabólicas, mesmo que para quem nunca havia corrido tamanha distância em um só dia, mas insuficiente para melhorar a pele ferida entre as coxas bem lembradas após 15 km de corrida ao longo da Rodovia Anhanguera. Esse dia reservaria mais e maravilhosas surpresas. Conforme combinado, eu, cá e meus três outros atletas nos encontramos em frente de casa e às 4 horas da manhã (isso mesmo, para evitar trânsito e sol) conversamos, colocamos as bikes no engate do carro, fizemos o alongamento e partimos por volta das 4:40. Nem bem haviam passados seis quilômetros e novamente a mãe natureza mostrou sua força capaz de derrubar até o mais nobre dos lordes e pôs-me a andar. Ao chegar ao primeiro ponto de encontro, no posto após o trevo da Bosch, não tive duvidas corri ao toalete e finalizei lá meu processo de digestão.
                Demos seqüência ao desafio mesmo que a maioria tivesse dormido 2 ou 3 horas.  Completamos 10 km no trevo que dá acesso à Rodovia Dom Pedro e logo havia um posto, onde dois cachorros faziam a recepção de ciclistas e automóveis, mas por sorte não viam atrás de corredores, mesmo por que esses andavam por conta do receio. E lá, a natureza deu um pequeno sinal da traquinagem que ela estava por realizar.
                Seguindo em frente, pouco depois um dos atletas sentiu o joelho e para evitar maiores complicações, depois de pegarmos uma longa subida e após a parada em mais um posto, este atleta trocou seu deslocamento através da corrida pela igualmente cansativa bicicleta. Foi nesse posto onde tudo começou. Como nos postos anteriores, paramos, conversamos bastante, tomei isotônicos. E pelo fato de após os 20 km eu seguir sozinho tomei a decisão de sair um pouco antes para não ficar tão para trás, até por que velocidade eu não tinha já que as assaduras entre as coxas já eram chatas. Mas nem bem eu havia saído do posto, cerca de 500 metros a frente vi a cá e um de meus atletas passando com o carro, acenei simpaticamente e no instante seguinte...a mãe natureza parecia ter vindo cobrar meus anos de maldade ou coisa parecida, uma divida que eu nem bem sabia qual era. Tentei atravessar a pista para seguir correndo em um trecho mais seguro. Novamente aquela criatura tentava sua saída para a luz que estava no fim do meu túnel. Fui forte. Fiz barreira. Os dois atletas com as bicicletas chegavam, implorei por papel. Não estava lá, estava no carro. Sugeriram voltar. Não conseguir nem andar. Um deles voltou ao posto...não dava mais. Corri até um estratégico e já usado (eca) declive. Ufa! Dei fim ao sofrimento! Coloquei minhas angústias ao sabor do processo de reutilização da energia para enriquecimento do solo, proporcionando condição para crescimento de arbustos as margens da rodovia!
                Passada a minha contribuição para o reflorestamento, segui apenas cinco quilômetros. Foram difíceis e o corpo pediu a conta de tanto isotônico tomado junto de boas conversas e erradas pausas de quase dez a quinze minutos até que meu corpo “esfriasse” e sofresse para reabastecer minha necessidade energética a cada retomada. Então cheguei ao pedágio de Americana, num misto de corrida com caminhada, com alegria e orgulho por ter arrebatado quatro pessoas para uma aventura deliciosa, com histórias difíceis de encontrar facilmente. E tão bom que foi já ficamos com vontade de planejar uma próxima. Quem quiser sugerir um percurso, por favor é só postar!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Expectativas



               Depois de certo tempo, quase três anos, entrarei em férias. Algumas coisas nessa semana podem servir como incentivo ou desafio para o futuro.
               As férias deverão servir para fazer aquilo que me falta um pouco em certos momentos e certamente falta para muitos, parar e sentir as coisas, de outras maneiras. Perceber os momentos de outro jeito, daquele que nos faz mais vivos!
               Em Dezembro, mais precisamente no final de semana 18/19, em um desses dias, realizarei um desafio pessoal, provavelmente na companhia de um de meus alunos/atletas. Não direi ainda de que se trata darei algumas pistas, mas quem tiver um palpite (dentre aqueles que não sabem) dê.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Introdução ao Treinamento 1


Sei que muitas pessoas têm se apaixonado por treinar, sem cobranças nem nada, alguns colocam o nome de personal esportivo, numa forma de nomear aqueles que querem simular o treinamento de um esporte como forma de alcançar seus objetivos de maneira mais motivante. Então, para aqueles que interessados em saber mais sobre o treinamento tentarei aqui trazer de maneira agradável e prazerosa tópicos básicos referentes ao treinamento - conhecido pela maioria como físico - e a ciência que há por trás.
Primeiro, treinar consiste basicamente em submeter-se a um processo que envolve uma série de estímulos (sessões de treinamento, como queiram) organizados conforme os conhecimentos sobre as respostas – tanto fisiológicas quanto morfológicas (ou aquelas mudanças que podemos observar, tal qual aumento de massa músculos) e interações fisiológicas entre sessões de treinamento, esperando um resultado definido no inicio do trabalho. Ex. correr 10 km. Deste modo, a teoria do treinamento esportivo nada mais é do que a caracterização da carga, da adaptação e da articulação entre elas. E a ciência do treinamento vem para trazer o entendimento e cruzamento de conhecimentos que interferem nesse complexo sistema. Sendo assim, não faz nenhum sentido a separação entre teoria e prática, divisão essa até pouco tempo amplamente defendida por ambos os lados, porém em esportes populares como o futebol se vê e há debates que mostram a importância do trabalho cientifico aliado à prática para melhora do desempenho.
      Entrando de maneira mais especifica ao assunto, irei expor aqui conceitos simples e básicos, mas que são pouco difundidos entre os praticantes de atividades físicas. São os princípios gerais do treinamento físico:

1) Princípio da sobrecarga: a melhoria advêm da imposição de dificuldades maiores.

2) Princípio da reversibilidade: as adaptações provocadas pela carga ou estímulo são transitórios, ou seja, passado o estimulo, o tempo trata de diminuir os efeitos conquistados.

3) Princípio da retardabilidade: o efeito das adaptações provocado pela carga não é imediato.

4) Princípio da especificidade: diferentes cargas provocam diferentes níveis de adaptações. Não treinarei andar de esqui para melhor o meu basquetebol!

5) Princípio da estabilização: o não incremento de carga provoca a manutenção da adaptação, conforme o principio 1.

6) Princípio da individualidade biológica: o respeito a esse princípio significa que o estímulo não deve ultrapassar os limites fisiológicos do indivíduo e deve entender que um mesmo estimulo não gerará idênticas respostas em indivíduos diferentes.
 
Conhecendo os princípios, iremos para a divisão básica de um planejamento e suas três fases ou períodos:


1) Período Preparatório ou básico: é a fase inicial de preparação geral objetivando capacitar os diversos sistemas orgânicos para suportar um determinado ritmo durante o ano competitivo. É um suporte fundamental para enfrentar o desenvolvimento das necessidades específicas da modalidade praticada. Momento onde se pode utilizar de exercícios com pouca especificidade.

2) Período Competitivo ou específico: é o treinamento desenvolvido para potencializar as necessidades específicas da modalidade. Nesse período procura – se dar ênfase ao esforço característico da modalidade. Procuramos direcionar o treinamento para a situação real da competição.

3) Período Transitório ou Perda:
é uma fase de perda relativa ou diminuição momentânea do nível de aptidão desenvolvido nos períodos básico e sobretudo no específico. Seria a intertemporada. Normalmente, a duração do período de transição pode variar entre duas e oito semanas. Convém o atleta não parar completamente suas atividades nesse período. Recomenda – se que o treinamento diminua seu volume.

REGRAS DE TREINAMENTO ESPORTIVO (RELAÇÃO VOLUME VS. INTENSIDADE)
 
      Antes de qualquer coisa, saiba que quanto a volume, entendem-se horas, repetições, distâncias treinadas; intensidade é a relação de descanso, ou seja, um mesmo treino que dura 1 hora durar 40 minutos torna-se mais intenso.
1) Período Preparatório: volume maior; intensidade menor;

2) Período Competitivo: volume menor; intensidade maior;

3) Período Transitório: volume menor; intensidade menor;


      Há uma subdivisão do planejamento de treino que possui a seguinte nomenclatura:

1) Macrociclo: é o período de tempo disponível de toda a temporada ( o ano competitivo);

2) Mesociclo: serio como a divisão dos meses para treinamento dentro do macrociclo;

3) Microciclo: usualmente e não teoricamente, seriam as semanas de treinamento.
 

MÉTODOS DE TREINAMENTO

Para se alcançar os objetivos, independentemente do nível da pessoa, a ciência do treinamento identificou métodos ou maneiras para promover o desenvolvimento do desempenho. De um modo bastante geral podemos dividir nosso metabolismo durante a realização de uma atividade física pelas condições aeróbia e anaeróbia (aláctica e láctica). E os métodos em contínuo (duração)- ou aquela tia que fica horas na esteira na mesma velocidade por duas horas até o calcanhar inchar - e o intervalado (intermitente) – popularmente mais empregado nas salas de musculação. As demais variações encontradas em literatura são derivadas desses dois métodos.


SUPERCOMPENSAÇÃO DO TREINAMENTO

O ganho superior de energia após desgaste provocado por um exercício realizado numa determinada intensidade é denominada supercompensação. Esse benefício é provocado pela relação adequada entre esforço e recuperação causando uma adaptação positiva nos sistemas energéticos. As provisões energéticas são aumentadas, de tal modo que nas cargas seguintes o cansaço acontece mais tardiamente. Para atingir a o funcionamento das fontes supercompensação torna – se necessários compreender energéticas durante exercício.
      Esse aspecto do treinamento é uma importantíssima descoberta feita há décadas atrás, permite entender a importância do treinamento, pois, com as cargas corretas, ou seja, interligando corretamente os estímulos (distância, velocidade, número de repetições) às pausas/intervalos de maneira ótima, teremos a melhoria do estado inicial do individuo. Entretanto, quando não há respeito como a relação de volume/intensidade e supercompensação, tendo pessoas treinando sempre com aumento de carga e aumento de volume, pode-se chegar ao overtraining.    
      Quanto às formas de organizar o treinamento, em um próximo post trarei!